segunda-feira, 17 de agosto de 2015

[RESENHA] Coração Ardente (Bloodlines #4) de Richelle Mead



Editora: Seguinte
Páginas: 416
Publicação: 2014

Resenha de Laços de Sangue (Bloodlines #1)
Resenha de Lírio Dourado (Bloodlines #2)
Resenha de O Feitiço Azul (Bloodlines #3)

Sydney é uma jovem alquimista, grupo que tende a proteger os humanos dos vampiros. Porém, quando colocada em uma nova missão de proteger uma princesa dampira, Jill Dragomir, ela começa a descobrir novas situações e informações do grupo ao qual faz parte. Sua paixão por um vampiro acabou fazendo com que ela se aproximasse cada vez mais desse grupo e descobrisse que eles não são os terríveis e macabros vilões aos quais eram sempre tidos como tal. Porém, tudo começa a se complicar quando Zoe, sua irmã mais nova, se une a ela em uma missão e Sydney terá que convencê-la que os alquimistas estavam errado esse tempo todo. Conseguirá Sydney manter essa vida dúbia sem levantar suspeitas da liderança de seu grupo?

Coração Ardente é o quarto e antepenúltimo livro da série Bloodlines da Richele Mead. Por ser um livro onde a história já está avançada em relação aos primeiros da série, a resenha ficará curta para não dar spoilers a quem ainda não começou a leitura.

Confesso que a leitura desse livro foi um pouco mais arrastada em relação aos anteriores. Até o segundo livro da série, Lírio Dourado, a história estava me prendendo bastante, mas, não sei se pela proximidade da leitura com a do livro anterior, dessa vez demorei bastante para terminá-lo. 

A chegada de Zoe á série não trouxe o frescor que a introdução de um novo personagem geralmente faz em uma história longa. O enredo se tornou repetitivo e ficou parecendo que Richelle apenas escreveu mais um livro, sem grandes avanços na narrativa original. O plot de Sydney com seu namorado também não sofreu grandes evoluções. Aliás, ele é um personagem excelentemente bem construído e que não está recebendo destaque nos últimos livros da série.

A exploração do plot do espírito, um dos elementos que apenas alguns dampiros conseguem dominar, foi o que talvez tenha deixado o livro mais enfadonho de todos. Essa sub-história se arrasta por várias capítulos e não adiciona muita coisa. Há pouco o que se aproveitar no livro seguinte, Sombra Prateadas, sobretudo por tudo o que a autora já "espirrou" nesse tomo.

No mais, continuarei com a série até o final, uma vez que detesto abandonar no meio, mas já tenho baixas expectativas para o grande desfecho da história.
                                                                     

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