terça-feira, 24 de novembro de 2015

[RESENHA] Muito mais que 5inco minutos

 


Editora: Paralela
Páginas: 140
Publicação: 2015


Com essa nova moda de vlogueiros publicando livros, Kéfera Buchmann não ficou atrás e decidiu publicar Muito mais que 5inco minutos. Ela tem mais de seis milhões de seguidores no Youtube e outros milhares nas redes sociais. A vlogueira desde pequena teve um feeling para arte, sempre quis seguir essa carreira, mas os seus dons não aparecia tanto, como pintar e sua mãe e seus familiares amavam, mas sabia que seus desenhos eram horrorosos. Sua vida escolar foi bem conturbada com o bullying que sofria por não estar dentro dos padrões de beleza escolar, por assim dizer. Outras histórias do que ela passou na escola são contadas e também sobre seus amores platônicos.

             
Confesso que não estava com muita expectativa para ler esse livro, mas me arrisquei. O livro contém 140 páginas, acabei em um dia e em 4 horas. Isso quer dizer que a leitura foi agradável e estimulante? Longe disso, infelizmente.

             
Antes do livro começar tem dois prefácios da mãe de Kéfera (Zeiva) e seu ex-namorado Rafa Cortez. O narrativa começa Kéfera falando sobre sua infância, depois de sua vida escolar e enfim, amores platônicos e um pouco sobre rompimento de relacionamento. Isso mesmo, se você está esperando que esse livro vai contar sobre como o canal 5inco minutos começou e mais sobre bastidores, sinto decepcionar, mas não contém isso. A obra contém apenas alguns temas, tratados de maneira pessoal. O tema que é mais tratado no decorrer dos capítulos é o bullying. O que tornou algo maçante e cansativo.

           
Ao deparar com alguns capítulos senti que estava lendo roteiros de vídeos. Há muitas piadas e frases sarcásticas, o que pareceu voltado para a escrita algo forçado e sem graça. Se o livro num todo fosse feito em vídeo certamente seria engraçado. A escrita pareceu mecânica e enfadonha.

             
Esse livro recomendo para os fãs da vlogueira. Para quem quer saber mais de sua infância... e só. Creio que a autora deveria ter dado mais relatos sobre sua inserção no Youtube e contar mais sobre o seu canal, ao invés de fazer um ciclo cansativo do drama que viveu em sua infância.
 
                                                                     

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