quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

[RESENHA] Paraíso Perdido (Filhos do Éden #3) de Eduardo Spohr


Editora: Verus
Páginas: 556
Publicação: 2015

Resenha de Herdeiros de Atlântida (Filhos do Éden #1)
Resenha de Anjos da Morte (Filhos do Éden #2)

Após criar o mundo e tudo o que nele existe, Deus partiu em seguida para o descanso eterno, deixando a administração de sua nova criação com os arcanjos. Estes, porém, invejaram os humanos e todo o seu livre-arbítrio e dois deles, Lúcifer e Miguel, decidiram destruir todo homem e mulher da Terra. Começava aí uma batalha épica que duraria milênios. Metatron, o Rei dos Homens sobre a Terra, junto com outros anjos sentinelas, escolheu não seguir essa ideia absurda e, por isso, foi perseguido até ser preso. Porém, agora o apocalipse se anuncia e a caçada a Metraton está maior do que nunca. Após escapar da prisão do Segundo Céu, ele agora quer retomar o controle do mundo. Para tal ele desafiará as tropas dos anjos de Luz Miguel e Gabriel.

Paraíso Perdido é o terceiro, e último, livro da trilogia Filhos do Éden, cujos dois primeiros volumes estão resenhados aqui no blog. Neste tomo teremos a história de Denyel, exilado em Asgard após mergulhar no rio Oceanus ao final do segundo livro. Kaira não desistirá até conseguir encontrá-lo e, para tal, parte em uma jornada junto com Urakin. Também teremos o desenvolvimento do plot de Ablon, general de Miguel cuja missão é capturar Metraton e levá-lo novamente aos Sete Céus. Esse personagem também está presente em A Batalha do Apocalipse, mas é nesse livro que começaremos a entender as suas motivações.

Além disso, teremos os príncipios da Batalha do Apocalipse, ou seja, todos os eventos que culminaram nesse conflito maior. Por se tratar de um terceiro livro de série, não poderei entrar em muitos detalhes, para não dar spoiler a quem não leu os dois primeiros. E em virtude disso a resenha ficará um pouco contida e curta.

O final é espetacular. Não consegui largar o livro durante as 100 últimas páginas, praticamente não conseguia respirar. O Spohr conseguiu guiar muito bem as excelentes cenas de ação o final do livro, até estourar em seu grande ápice. Quando terminei fiquei com um sentimento misto de dar adeus a um universo que tanto gosto e que acompanhei por anos mas, ao mesmo tempo, satisfeito com a finalização da jornada de personagens que tanto me apeguei.

Leitura mais do que recomendada a todos que, como eu, adoram livros com anjos, que adoram livros de fantasia no geral e que não tenham familiaridade com esse gênero, mas queiram começar por um de excelente nível.
                                                                     

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