quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

[RESENHA] Quando Eu Parti de Gayle Forman

Editora: Record 
Páginas: 309
Publicação: 2015

Maribeth Klein é uma mulher muito ocupada. É casada, mas parece que não. Seu marido é mais omisso que tudo e ela tem que se virar sozinha para sustentar seus dois filhos gêmeos. No trabalho, sua chefe a incomoda muito. Sua vida é atribulada demais e, sem mais nem menos, ela sofre um ataque cardíaco inesperado. Quando é socorrida, percebe que sua lesão é mais grave ainda e ela terá que passar por uma séria cirurgia. Após estar melhor, ela decide jogar tudo pro alto e ir buscar a opinião de um cardiologista em outra cidade. Mas, ao fazer isso ela começa a enfrentar fantasmas de seu passado e ressignificar sua vida e seu futuro.

O plot de uma mulher que sofre um abalo e redescobre o valor à vida definitivamente não é novo, já sendo altamente usado em livros e filmes. No caso desse livro, Gayle não traz nenhum adicional ao que já foi escrito e apenas reproduz essa ideia.

Acompanho a obra da Gayle Forman desde o seu primeiro livro publicado no Brasil. Já li todos os dela publicados aqui e um que ainda não foi publicado. Tenho uma relação que não chega a ser de amor e ódio, mas sim de altos e baixos com ela. Alguns livros eu amo e outros acho fraquíssimo. Foi o caso desse volume.

Esse é tomado como o primeiro livro adulto de Gayle Forman, cuja obra, até então, estava voltada para o público jovem adulto e infantojuvenil. No entanto, senti a necessidade da evolução d eplots e dos conflitos internos da protagonista nesse sentido. Todo o livro poderia facilmente ser mais um dos YA de sua lista, contando com a única diferença que neste os personagens tem idade maior. Para um livro ser adulto não basta apenas que seus protagonistas assim o sejam, é necessário mais que isso.

No mais, acredito que esse é um livro para quem gosta da autora, mas não espere grandes novidades ou um bom enredo da trama.
                                                                     

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