terça-feira, 30 de janeiro de 2018

[RESENHA] Origem de Dan Brown


Editora: Arqueiro
Páginas: 432
Publicação: 2017

Em seu novo livro, Dan Brown resolve se arriscar na polêmica que permeia toda a vida: de onde viemos e para onde vamos.

Robert Langdon é convidado por um ex-aluno a ir ao Museu Guggenheim a fim de assistir a uma palestra que promete abalar os alicerces da religião e do mundo. Porém, acaba sobrando para Robert correr atrás de uma forma de levar a público a descoberta que seu amigo fez. Então vamos acompanhar uma narrativa semelhante às encontradas nos outros quatro livros de Robert: uma corrida frenética, uma parceria com uma personagem feminina, ponto de vista múltiplo entre outros.

Eu tenho uma ordem de preferência dos livros. Gosto muito de Código, Inferno, Origem, Anjos e Símbolo, embora este último só esteja na lista por ser da "série". O fato de Origem estar em terceiro lugar não significa que ele não seja bom. É mais pelo que eu senti falta nele, enquanto que nos dois primeiros (da lista), tem de sobra. Enquanto que nos outros o autor nos dá teorias pra pensar até chegarmos a um momento chave, em Origem ele apenas nos instiga curiosidade pra saber o que o Edmond falará na palestra que pode mudar a forma de encarar a vida.

Apesar de em alguns momentos eu pensar "Dan Brown está viajando muito na ficção científica", um momento de reflexão após eu já pensava que ele não está tão errado de imaginar o futuro, e talvez uma nova linha evolutiva, daquele jeito. O livro faz refletir e questionar não somente sobre as perguntas-chaves, mas até mesmo quais caminhos a religião tem tomado e tomará.

Embora haja um suspense sobre o que ou quem fez o que fez na palestra, eu confesso a vocês que matei a charada logo no começo. Origem pode ser lido independente dos outros, mesmo por que nunca foi do autor se aprofundar nas aventuras anteriores de Robert Langdon.
                                                                     

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